Ridge Racer Type 4

released on Dec 03, 1998
by Namco

R4: Ridge Racer Type 4 (Ridge Racer Type 4 in Europe) is a racing video game developed and published by Namco for the PlayStation. It is the fourth title in the Ridge Racer series and the last to be released for the PlayStation. It was later re-released on the PlayStation Network in 2011. It is the first Ridge Racer series game on the PlayStation to use Gouraud shading on polygons.


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why is the racing game so beautiful

Got me to feel something I hadn't felt since I was 12.

This is just so slickly presented, so focused and perfectly lean. The handling is like coasting through a dream, every drift and turn feeling like you're entering a zen state when you perfect a track and hit those perfect slides. The music, the endless summertime vibes this hits on oh so wonderfully. That opening FMV that had me spellbound within its vibes.
Each track with the perfect kind of coastal dreamlike hypnotic sense of wonder, each car feeling distinct to drive and fun to master. The type of game that you throw on when all you wanna do is fuckin vibe and lose yourself in pure 1999 circuit racing bliss.
The stories while light keep your attention through each GP and provide a nice bit of sentimentality between each race. Everything about this game appeals to me in such a hyper specific way. None of the other Ridge Racer games that I've tried or played have hit for me quite like this game does. It hits everything it does in a way that no other arcade racer ever has. I realize now that I've been looking for this game my entire life and I'm so happy that I've finally played it. Namco really couldn't lose in the 90's. Making 2 of my favorite games ever (Ace Combat 3 Electrosphere my beloved....) absolute fuckin peak.

He's the one for me
There's no place I'd rather be... Yeah
To the finish line,
Everywhere you look he's right on time
With his silent stare...
Blazing through the open air
He's without a care
Ohhhh..... Yeahhh....
Everywhere you look he's right on time
Movin' to the beat
Can you feel the heat,
When the tires kiss the street
Step back, it's ridge racer...
A ridge racer
He gives me what I need
One more win its ridge racer...
A ridge racer
I feel the need for speed
Step back, it's ridge racer...
A ridge racer
He gives me what I need
One more win
It's ridge racer
A ridge racer
Racer! Ahh, yeah!
Ridge racer!
Ridge racer!
Ahhh... Roohh... ridge racer...
Step back, it's ridge racer
He only wants to give me what I need
Yeah...
Ridge racer!
Ridge racer! (ridge racer...)

replay. tirei o dia pra um tripletezinho no normal, no hard e no expert. continua o goat. algumas coisinhas novas que me vieram em mente:
eu acho um máximo como as pistas desse jogo trabalham a operação entre piloto e carro. nos níveis de dificuldade mais altos, ficou bem claro pra mim que todas as corridas (no geral) são compostas por tempos intercalados, variando entre um tempo do piloto - o de curvas e ultrapassagens, tomadas de decisões e resolução de espaços com inteligência - e um tempo do carro - de interferir o mínimo possível e deixar o motor acumular potência. essa operação é a lógica do jogo inteiro e a assimulação dela é natural. o que faz a última corrida tão interessante pra mim - um circuito linear, super aberto e de voltas curtas - é como ela quase não exige interferência tática por parte do piloto, como se todo o dever fosse do próprio carro. e eu me pergunto o motivo. penso se não é uma forma poética de fazer da equipe que você assume também parte da conquista propriamente dita, e tirar o jogador um pouco desse lugar supremo de importância incomparável, o que é um toque bonito pra trajetória narrada. se não isso (e o que eu mais imagino pro V, que não tem essa construção entre jogador e equipe), reiterar o valor da velocidade como a cifra máxima. o tira-teima de quem manda na cidade.
e pô, sem condições, jogar em primeira pessoa é outra coisa. a tensão de dividir a atenção entre a decisão seguinte e o retrovisor, a visão instável reagindo ao asfalto, a proximidade aos corpos da pista. faz toda a diferença. às vezes o modo de terceira pessoa do jogo parece uma opção de acessibilidade. a câmera é tão fixa que parece estar acompanhando um bloco em movimento. e nem é uma escolha meramente estética, sinto o jogo mais fácil e responsivo por ela também. joguem em primeira pessoa! aliás, pausa pra esse bote absurdo que eu dei no final da penúltima corrida do expert, com os dedos suando.
escrevi mais coisas sobre esse aqui recentemente no meu comentário sobre o Ridge Racer V, quem quiser ler mais sobre. tá lá, misturado.
ps.: estou escrevendo sobre todo jogo que eu tô zerando no ano, mas apesar desse comentário em questão, ainda não decidi se vou incluir replays. via de regra, acho que não.