Lost, alone, and separated from family, a stray cat must untangle an ancient mystery to escape a long-forgotten cybercity and find the way home.


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Adorei a ideia de jogar como um gatinho mas o universo que se passa o jogo que me prendeu bastante! Bem divertido e um bom joguinho para passar o dia!

Stray estar cotado no GOTY é um exagero tremendo e após terminá-lo, cheguei nessa conclusão. Seu gameplay é falho, não enxergo muito brilhantismo em sua narrativa, nem fui pego pela sua carga dramática em seu ato final, mas é um bom jogo.
O maior problema de Stray é sem dúvidas o seu gameplay, apesar de curto, eu cansei rápido de jogá-lo, muito por culpa de seu level design, que se varia em sessões de cenários fechados>>cenários abertos, mas as cidades não são interessantes, tirando as favelas, onde realmente explorei o máximo que pude. Os puzzles são simplórios e a constante transição de pegar itens para avançar me enjoou, apenas gostei das sessões de perseguição e nos momentos contemplativos.
Por falar em contemplativo, a atmosfera de Stray é um dos seus fortes, a excelente ambientação passa a sensação de melancolia de um mundo distópico e sem esperança bem demais, seu Sound Design maravilhoso ajuda bastante na construção desse clima, além de uma direção de arte linda, tecnicamente não tem o que reclamar.
A lore de Stray é interessante, não nego, fiquei curioso para ver onde o enredo iria, apesar de ter noção de suas escolhas óbvias, fui cativado por aquele mundo, esse aspecto da narrativa me agradou, gosto do uso do B-12 nesse sentido também, porém, to meio enjoado de insira sua crítica ao capitalismo aqui em quase todo jogo recente, inovem um pouco. No mais, a narrativa não tem nada demais, mas funciona o suficiente pra te manter jogando.
Um bom jogo, valorizado demais pela mídia, no entanto, um bom jogo.

one of the best games for people who don't play video games. Braindead gameplay, short and has a cat.

It's alright but the fact that it got nominated as a GOTY is laughable

Stray es un juego que mezcla momentos de sigilo, persecuciones, puzzles y hasta aventura gráfica. El principal atractivo del juego es ser un gato y hacer que te sientas como tal. Añade movimientos y características propias de los gatos, como arañar alfombras, puertas o sillones, maullar, tirar objetos que están en superficies altas o hasta agazaparse y tirarse en el suelo al tener una "prenda" puesta.
Obviamente al ser un gato, la cámara está adaptada a ello y está bajo ese punto de vista: personas más altas que tú, edificios enormes... pero aún así todo perfectamente diseñado para que puedas llegar a cada rincón, ya sea saltando de tejado en tejado o entrando en lugares estrechos. Dicho así parece que el juego te deja libertad para explorar, ¿no? Sin embargo, a pesar de esto, Stray es más lineal de lo que imaginamos. Todo tiene una estructura limitada y directa, pero esto no impide para nada disfrutar del juego.
Visualmente es maravilloso con estética cyberpunk basada en ciudades asiáticas y con un muy buen ambiente que encaja perfectamente con la historia del juego. La banda sonora acompaña muy bien dependiendo de dónde estemos o de lo que pase en ese momento, pudiendo pasar de momentos relajados hasta momentos de tensión.
Stray es un juego que me ha sorprendido muchísimo por la forma en la que consigue atraparte. Es muy bonito, entrañable y consigue que cojas cariño muy rápidamente a los personajes principales. Aunque sea un juego corto y lineal, se nota que está hecho con muchísimo amor y no te decepciona.
Si te apasionan los gatos, no dudes en comprarlo ♡.