A tropical paradise seethes with hidden evil in Far Cry, a cunningly detailed action shooter that pushed the boundaries of combat to shocking new levels.Freelance mariner Jack Carver is cursing the day he ever came to this island. A week ago, a brash female reporter named Valerie had offered him an incredible sum of cash to take her to this unspoiled paradise. Shortly after docking, however, Jack's boat was greeted by artillery fire from a mysterious militia group swarming about the island. With his boat destroyed, his money gone, and the gorgeous Valerie suddenly missing, Jack now finds himself facing an army of mercenaries amidst the wilds of the island, with nothing but a gun and his wits to survive. But the further he pushes into the lush jungle canopy, the stranger things become. Jack encounters an insider within the militia group who reveals the horrific details of the mercenaries' true intentions. He presents Jack with an unsettling choice: battle the deadliest mercenaries, or condemn the human race to a maniac's insidious agenda.


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Gráficos impressionantes pra 2004, com certeza. Personagem principal carismático, boas piadas, level design muito interessante também.
Jogabilidade meio travada, sem ADS na mira das armas, o que torna as coisas bem mais complicadas. Lutas com chefes bem divertidas. Vale a pena jogar? Sim, desde que haja paciência com jogos antigos.

It’s astounding just how little of the original Far Cry’s DNA is present in any of its successors, whether its Ubisoft-developed sequels or Crytek’s own Crysis series. Both have forged identities that are almost completely separate from Far Cry 1, so much so that Ubisoft’s Far Cry games might as well be a different series entirely. All they really took from this game was the concept of ‘open world FPS in exotic locale.’ Far Cry 1 these days feels like a prototype and unfortunately it’s not a good one.

Whereas later Far Cry games focus more on story and have, you know, actual intentional themes, Far Cry 1 is absolutely brain dead. The dialogue is a two-pack of ass and Jack Carver is one of those protagonists who tries to come off as cool but is mostly kind of embarrassing. All this would be fine if Far Cry had strong gameplay backing it up, but you saw the score, you know it doesn’t. Far Cry is a game plagued with enemy AI that leans more toward the ‘A’ than the ‘I’ and some downright ludicrous difficulty spikes, the latter of which might’ve been alleviated had this game’s poor excuse for stealth worked even the slightest bit.

Far Cry isn’t a game without merits, it was quite the groundbreaking title at the time, but everything it manages to do right is done much better by both Ubisoft and Crytek later down the line, so there’s little reason to return to it for anything other than nostalgia’s sake.

De certa forma um marco para a época, mas sua dificuldade broxa qualquer mero jogador que ousa "se divertir" com essa atrocidade. Lembro que zerei isso no meu antigo pc positivo com tanto ódio que jamais permitirei encostar minhas mãos neste jogo outra vez.

Mas tirando essa opinião pessoal misturado com uma experiência traumatizante, ele roda em pc fraco e é o começo de uma grande saga.

Mostra as limitações da época, é levemente divertido.

Ah, o primeiro FC, sem dúvida uma das pérolas da Crytek e um dos jogos de FPS que eu já joguei.. A história é sim genérica bagarai, o vilão (do qual eu nem lembro o nome) é muito aleatório com uma motivação bem idiota, os personagens não são daoras, salvo o protagonista, Jack Carver, que por mais que não seja muuito carismático, eu gostei dele, achei um personagem interessante e até inteligente, o que me surpreendeu porque eu esperava que ele fosse ser aquele esteriótipo de cara forte e meio burrinho que usa armas e bombas e etc. A ambientação do jogo é maravilhosa, a ilha paradisíaca me deixou e deixa fascinado com o quão linda ela consegue ser, com uma vida selvagem que, pelo o que eu me lembre, pode não ser tão ativa mas existe, e tu se encontra com uns animaizinhos ali e aqui, todos dóceis. Pra mim a ilha ser tão colorida e bonita dá um contraste legal com o tom do jogo, que dá uma reviravolta depois. Far Cry começa mais focado em ação e vai ficando gradualmente indo pra uma área um pouco mais sombria, onde a gente vê resultados de experimentos entre humanos e macacos (não é nem meme), e as abominações que esses experimentos geraram, abominações essas que enfrentamos mais pra frente. Graficamente o jogo é maravilhoso, pra 2004 era muito muito lindo e até hoje é belo de mais. O combate tem alguns problemas, como por exemplo os inimigos conseguirem atirar em você há 300.000km com rajadas certeiras, e são muitos inimigos. Esse foi um dos FCs mais difíceis que eu joguei, a Crytek não poupou esforços pra fazer a gente ter que passar por um desafio. A IA uns probleminhas ali e aqui, sendo meio burrona, mas cumpre com o papel dela e eu pelo menos não peguei ela bugando muito, só essas fitas dos inimigos conseguirem te ver de muito longe que real encheram o saco. Eu não consigo me lembrar muito bem da OST pra ser sincero, mas do que eu me lembro, só a música da intro realmente me marcou, porque de resto, nada. FC1 é bem divertido e desafiador, ficando até meio injusto mais pro fim do jogo, rendendo uns sustos com os inimigos mais bizonhos, sem contar que o rag-doll do jogo é maravilhoso. Vale a pena.