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in the past


Super atmospheric. It's Lynchian but instead of being total nonsense Lynch schlock there's some halfway interesting things about tulpas and memes and personal identity.

The meta stuff kinda misses the mark for me and honestly I think the game would be better off without pulling you out of the game for any of it. Similarly, if the draw of continuing to play this game is getting every ending, you're probably not going to have much fun just trying every single branch in the narrative, but looking up a guide kills it a bit too... I'd definitely recommend just making a ton of saves at points you find interesting and trying different things from there.

Extremamente intrigante e filosófico, virei três noites jogando isso e penso no jogo até hoje. O único problema é que, para fazer alguns finais, você precisa de um guia porque é muito específico.

yeah okay, but who the hell is Lila?


Original gameplay mechanics that are well executed, strong concept and defined atmosphere, but sadly "Who's Lila?" ultimately lacks depth when it comes to the actual text. I was also negatively surprised when the credits rolled and saw that most of the faces had been AI generated. Immediately asked for a refund.

This review contains spoilers

Let me preface this review by saying if you believe in solipsism or tulpas, then you need to be boiled in shit.
"Ah, but you see. You can't say with 100% certainty that the mind-" - the girl reading this, right before being boiled in shit.
Honestly I'm not sure where this game could have gone if it didn't introduce the supernatural stuff. It could have been a comfy cozy neurodivergantpilled simulator. But not, it had to add ARG shit.
"B-but saying it has ARG is a spoiler!"
Shut up. I'm tired of buying games and having the rug pulled with tumblr mechanics. Its not even necessary. It could have been completely removed and we'd be missing like, a few endings at best. Half of them suck anyway. If anything the dev is risking Elon Musk fucking X.com up and having dead links in his game.
The only times I felt legitimate fear or discomfort were the 'normal' interactions at school. Everything else sucked.
I guess what I'm trying to say is if you like homestuck, then give it a go. Also if you like homestuck I have some space reserved in my cauldron of boiling shit specifically for you.

Some clumsy/awkward game design, ARG design, and David Lynch reference design gets in the way every now and then. Worth it for the rest of the dread.

ощущения, как после прохождения диско элизиума!

философская пойнт-энд-клик адвенчура с элементами ARG. очень понравился сюжет, поднятые темы, визуал и звук. местами очень пугающая!

геймплей немного подкачал, гиммик с выражением лица быстро надоедает, Вильям очень долго и медленно ходит, иногда не очень понятно куда можно и куда нельзя идти.

но сюжет супер!
3 геймплею 5 сюжету в среднем 4
или
8-/10

You smiled, it was convincing

Scratched the exact itch I had for a neat little indie mystery/horror game with its bizarre-yet-intriguing narrative and ARG elements that strike the perfect balance between making the player go out of their way to see everything and not being too convoluted to follow.

Two complaints: one, the point-and-click controls are not nearly responsive enough to carry two entire stealth sections; and two, the game's main mechanic, that being the face-stretching feature, isn't as integral to the plot as the game's marketing would lead you to believe. The feature is totally superfluous to most of the more lore-intensive endings, which is a shame, because I think it's a really cool idea that could carry an entire game's worth of content, with or without the ARG stuff that I liked. Just food for thought.

There are various forms of death to be found in Who's Lila?
Physical death ?
Ego death ?
Author's death ?

The facial deformation mechanic might be underused from a gameplay perspective, however, it's absolutely not from a symbolic one, Who's Lila? is without a doubt one of the most focused games out there thematically speaking.

A game somewhat about social anxiety, probably about the free form of self, and, of course, about a dead girl wrapped in plastic.

goosebumps every time. this is peak

One of the creepiest atmospheres in any game ever. Unpleasantly so. Eerie sound. Beautifully artistic game but some persistent game-breaking bugs hold it back. Thrilling experience otherwise, simply uncanny

Sem dúvida, este é um dos jogos mais criativos e interessantes que já joguei. Desde a mecânica de comunicação por meio de expressões faciais até o próprio mistério, não há um único elemento que não tenha, no mínimo, aguçado minha curiosidade para continuar explorando.

Jogá-lo até o fim é uma experiência que realmente vale a pena, mesmo com o uso de guias e possíveis spoilers. Isso se deve ao fato de que certas mecânicas e diálogos, disponíveis em loops menos intuitivos, contribuem significativamente para a compreensão do contexto e do mistério de Lila.

No entanto, como ponto negativo, devo ressaltar que tive dificuldades para encontrar a expressão facial correta no tempo determinado pelo jogo. Por isso, acabei optando por ajustar o tempo padrão para o máximo disponível.

Enfim,

seriously the coolest shit ever. i do wish the game gave you some sort of pointers so that discovering all the endings wasn't something that either requires a guide or takes way too long but everything else is so fantastic that i can forgive it

This review contains spoilers

Esse é o tipo de jogo que te prende cada vez mais, pois cada resposta gera mais e mais perguntas sobre sua narrativa, universo e conceitos.

Tenho que dizer que seu final me deixou um pouco decepcionado, mas ele FAZ SENTIDO com o que foi construido narrativamente.

Belo jogo, Lila.

i got into this game not knowing it was an ARG, and it delivered one of the most interesting stories i've seen in an horror game.

Very very weird meta ARG horror game. Something primally unsettling about the way that you can contort faces and such which made me want to push through and get all the endings even though I wasn't really scared by the end. Interesting story and characters, wish I understood it a bit better. Is Lila just a tulpa? Who are the Worms of Lawrence? etc. Still, very interesting and above all very weird. Thanks Jacob Geller! Did have to resort to a walkthrough because I have no idea how you would figure out some of those endings without one, though. Kind of insane some of them, intentionally corrupting a save and loading it and heading to a very specific set of coordinates. Like what?

O jogo mais macabro que já joguei, tanto pela história quanto pela manipulação das emoções do personagem, onde você luta contra a vontade de mostrar a real intenção dele. Tem mecânicas muito legais que engajam em muito no jogo e que são de cair o queixo do quão criativas são.

I recommend using a guide if you get stuck, like i did, because it was still satisfying to go through all the main endings. Better than leaving the game unfinished. I recommend it if you like mystery games!

archétypes jungiens, tarot et discussions pseudo-philosophiques : j'en ai mis partout

Who's Lila não consegue existir em qualquer outra mídia sem perder uma parte importante de si. É um deleite do começo ao fim cair no buraco do coelho e desvendar seus mistérios, mas também é de ressaltar como o jogo utiliza de sua não-linearidade, todas as rotas sempre te dão mais uma migalha de pão para correr atrás e a maioria dos finais criam mais dúvidas do que as respondem.

É também minha interação favorita de "use coisas fora do programa do jogo" que eu já vi, nunca liguei muito pra ARGs no geral mas tudo o que Lila oferece é engajante, bem feito e te compele a pensar em seus temas sobre a realidade do eu lírico em jogos interativos.

Meu único problema com o jogo.


aesthetically this goes absolutely raw but unfortunately that's not good enough to make up for the wikipedia armchair philosopher storyline and extremely tedious gameplay

Simplesmente incrível. Um jogo intrigante, com um mistério que nunca é revelado de forma esdrúxula na sua cara, fazendo com que você realmente se sinta investido em desvendá-lo. Além disso, o criador conseguiu pensar totalmente fora da caixa para te apresentar uma proposta única. Realmente é uma experiência que só pode ser alcançada por um jogo de PC, e nenhum console seria capaz de replicá-lo em sua integridade.

Além disso, é muito criativo com seus temas, e consegue subverter suas expectativas a todo momento. Me lembrou muito de jogos antigos que pediam para você checar algo no manual ou na caixa do jogo, mas adaptado para um cenário moderno. Só por isso, já mereceu 4 estrelas.

Esse jogo respira, vive além dos bytes que o compõe (o que é engraçado, considerando o tema dele). É uma prova cabal que desenvolvedores independentes carregam nas costas toda a criatividade da indústria de jogos, arriscando para entregar algo nunca antes experimentado e fora do comum.

A verdade é subjetiva, multidimensional. A certeza do eu-jogador é falsa e seu ato uma rebeldia mecânica; tomar as rédeas de si mesmo configura um esforço desesperador. Quem vê através de meus olhos? Toda decisão que tomo é consciente? O que acontece se sou apenas um passageiro do meu piloto automático, ou de alguma outra coisa (uma ideia, uma crença, uma vontade)?

Who’s Lila levanta muito mais perguntas do que se interessa em responder, ainda que não economize em revelar, das mais deliciosas formas, faceta após faceta de seu quebra cabeça recursivo. Sabe atiçar: é misteriosa, obscura, mentirosa até, porém nunca perde o engajamento, incitando a curiosidade através de um caleidoscópio de pontos de vista que mantém um retrato da realidade que é nebuloso, vivo, em constante fermentação. Pode ser que você saia um pouco diferente disso.

I literally devoured it in one day... the day before my upcoming exam, yey...
I was expecting some gimmicky game about making the right expressions, and laughing at the most ridicolous ones. Couldn't have been farther from the truth. I played Oneshot yesterday, and still, the game managed to blow my fucking mind. Cryptic, toughtful, atmosferic, simply amazing. I hope the industry will follow the same approach, 'cuz in my opinion videogames express their full potential when following this approach.