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amo videogames, a minha namorada e todas as pessoas da minha vida que me são queridas.

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as vezes um coração aberto n é o suficiente. as vezes um jogo infelizmente só faz jus a sua reputação mesmo. o q é uma pena, pq apesar de tudo eu amo esse jogo.

ele é sem dúvidas uma das coisas mais lindas colocadas no Mega Drive. eu amo a água, os golfinhos, as lulas e as baleias. eu amo o pouco q vc pode ver da superfície, alheia a todos os perigos q te esperam no fundo do oceano. eu amo a estranha e serena hostilidade q permeia as profundezas. eu amo o Ecco, as estrelinhas q decoram a sua cabeça, e sua determinação para salvar sua família de aliens além da compreensão humana.

a versão de Sega CD, em particular, tem algumas das melhores músicas q já ouvi em um console da sua geração. são meio q no geral apenas trilhas ambientes, mas conseguem elevar a já maravilhosa apresentação do jogo pra outro nível. amo de paixão.

mas infelizmente, aqui temos meio q diversas decisões contraditórias de design. o Ecco n é lá a criaturinha mais responsiva do mundo, e um ritmo mais lento e metódico casaria muito bem com os puzzles de exploração do jogo. porém, os constantes inimigos e armadilhas, aliados ao terrível e brutal limite de tempo da respiração do Ecco, tornam a experiência extremamente hostil. esse golfinho n consegue ficar nem dois minutos debaixo da água, e como vc pode imaginar, meio q é onde vc vai passar o jogo inteiro. a versão de Sega CD tem até alguns checkpoints um pouquinho mais generosos, mas nada q realmente salve a experiência.

eu nem sou contra esse jogo ser hostil. eu acho q uma certa hostilidade é algo q Ecco the Dolphin precisa. ele é só um carinha enfrentando seres extra-dimensionais pelo tempo e espaço, no final das contas. mas meio q a única forma de progredir nesse jogo é decorando perfeitamente o cenário e conseguir navegar por ele com a precisão de um speedrunner. o q tipo, talvez eu só n seja gamer o suficiente pra isso, mas sei q n sou a única q passa por esse perrengue. e considerando q um dos designers já foi bem honesto sobre a origem dessa dificuldade, n consigo deixar de ficar um tanto q amarga com isso.

de qualquer forma, eu amo o Ecco. eu quero dar uma chance pros outros jogo com esse carinha, e espero q o Ed Annunziata consiga um dia financiar seus planos pra um sucessor espiritual da série.

essa é a música q toca em uma das fases finais, aliás. vc precisa jogar Welcome to the Machine pra crer.

queria ser do contra e gostar mais desse joguinho, mas infelizmente os gamers tão certos dessa vez.

pelo menos Topsy-Turvy tem esse spritezinho muito precioso do Yoshi.

uma anomalia meio q bem interessante. esse jogo é bem bonitinho, cheio de elementos visuais malucos e esquisitos e engajantes. tão malucos e esquisitos q é até meio q compreensível q esse jogo seja meio famoso por dar pesadelo em criancinha. e eu genuinamente amo isso nele.

alguns dos "sonhos" q o Leitão visita nesse jogo transbordam criatividade, e até alguns dos puzzles conseguem ser engajantes. alguns poucos, mas ainda assim quero dar esse crédito pra ele.

mas assim, ainda é um jogo licenciado de considerável baixo orçamento, publicado por uma subsidiária C da Take-Two. e ele toma algumas decisões ousadas mas bem infelizes de design. ainda n acredito q uma porta mágica malvada ia me fazer farmar 120 cookies pra eu desbloquear a única careta q poderia derrotar ela no clone de Simon's Says q se passa pelo "combate" de Piglet's Big Game. fiquei até brava.

esse talvez seria um dos meus jogos favoritos de todos os tempos se ele tivesse só um terço da sua duração, e ele seguisse o seu coração e fugisse ainda mais das convenções do gênero. e tivesse menos telas de loading. e uma tela de título com um pouco mais de dignidade.

queria aproveitar o finalzinho disso aqui pra comentar q as ilustrações do Leitão feitas pelo E.H. Shepard são muito preciosas.